Prefeitura de Natal é parceira do Observatório no Movimento Maio Amarelo

A Prefeitura do Natal está presente no Movimento Maio Amarelo. O lançamento oficial da edição 2021 aconteceu hoje, na sede do Sistema Sest Senat. Pelas restrições de circulação e recomendações de isolamento social, para frear o avanço da Covid, a exemplo do ano passado, a campanha voltada à conscientização dos condutores de veículos e pedestres sobre o respeito às leis de trânsito será realizada de forma virtual.


Arte / STTU

Com o tema “Respeito e Responsabilidade: Pratique no Trânsito”, órgãos públicos das instâncias municipal, estadual e federal, em conjunto com a sociedade civil organizada, irão promover mobilizações virtuais e intervenções em monumentos históricos focados na campanha ao longo de todo o mês de maio próximo.

Em Natal, a Prefeitura em parceria com as secretarias de Mobilidade Urbana (STTU), Saúde, Educação e os programas Vida no Trânsito e Natal Mais Vida, promoverão uma série de ações com orientação para o trânsito seguro. Anualmente, a sede da Prefeitura do Natal, assim como a Ponte Newton Navarro e o Pórtico dos Reis Magos recebem iluminação especial na cor amarela. Também são produzidos vídeos com o prefeito Álvaro Dias e as autoridades locais de trânsito destacando a importância do envolvimento com o Maio Amarelo.



Ao ser parceira do Maio Amarelo, a Prefeitura do Natal dá sequência e amplia suas ações em prol da conscientização e orientação sobre a segurança viária, pois entende que a maneira forma de se reduzir a ocorrência de acidentes é por meio das campanhas e da educação voltada para o trânsito.

De acordo com José Aurélio Ramalho, diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária, é preciso ter consciência, respeito e responsabilidade na hora de pegar o trânsito. A campanha deste ano tem como mola mestra a empatia.

“A empatia é o carro chefe para a boa convivência no trânsito”, destaca o filósofo, Observador Certificado do ONSV no RN e assessor de comunicação da STTU, Guto Castro. De acordo com o pensador, é preciso reconhecer no outro a si mesmo e assim não fazer para o outro aquilo que você não quer que alguém faça com você. O seu desejo individual de ser feliz no direito de ir e vir não é maior que o coletivo, implica em uma série de deveres – inclusive morais. Daí a consciência, o respeito e a responsabilidade ao outro e a si mesmo. Ser empático requer um exercício diário de civilidade no trânsito e na vida.”

Fonte: STTU

0 comentários